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Dica de documentário: “House of Numbers”

A Mariana Septímio enviou essa dica por e-mail para a turma e a gente  compartilha aqui com vocês, porque vale a pena mesmo! Como ela diz em sua mensagem, o vídeo está em inglês e, infelizmente, sem legendas, mas ainda assim vale uma olhada. Ela ainda dá outras dicas – vejam só:

Olá a tod@s!
Estou fazendo um trabalho sobre HIV/AIDS e me deparei com um documentário muito interessante. Ele se chama “House of Numbers” e foi produzido em 2009.
Nele são apresentadas diversas controvérsias desde o surgimento da doença em 1981 até os dias atuais, questionando diversos dogmas construídos no decorrer dos anos, inclusive por cientistas renomados e ganhadores do premio Nobel.
Acabo de vê-lo e gostaria de compartilhar com vocês.
Com certeza faz com que a gente repense e coloque em debate nossas suposições “científicas” entremeadas pelo jogo político governamental, midiático e das indústrias farmacêuticas, além dos graves impactos causados pelos estigmas sobre diversas pessoas até continentes inteiros como a África e outros países com graves problemas de miséria, pobreza, saneamento e acesso à direitos.

http://www.houseofnumbers.com/site/video-clips

Infelizmente o site e o documentário de quase 60 min são em inglês e sem legendas.
De qualquer forma, sugiro que pesquisem, que se inquietem, questionem e busquem informações.

Aqui adiciono algumas entrevistas:

Entrevista dada pela Dra. Eleni Papadopoulos-Eleopoulos à Christine Johnson e editada pelo periódico Continuum n. 1, vol. 5, 1 997, de Londres:
A entrevista do cientista Peter Duesberg, realizada pela Revista Super Interessante:

Você viu essa? “Ensino religioso no Brasil estimula o preconceito e a intolerância”

Estudo liderado pela professora Débora Diniz afirma que livros didáticos mais aceitos pelas escolas públicas promovem a homofobia e pregam o cristianismo

João Campos – Da Secretaria de Comunicação da UnB

Pesquisa da Universidade de Brasília conclui que o preconceito e a intolerância religiosa fazem parte da lição de casa de milhares de crianças e jovens do ensino fundamental brasileiro. Produzido com base na análise dos 25 livros de ensino religioso mais usados pelas escolas públicas do país, o estudo é apresentado no livro Laicidade: O Ensino Religioso no Brasil, que foi lançado em 22 de junho, no auditório do Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares (CEAM) da UnB.

“O estímulo à homofobia e a imposição de uma espécie de ‘catecismo cristão’ em sala de aula são uma constante nas publicações”, afirma uma das autoras do trabalho, a antropóloga e professora do Departamento de Serviço Social, Débora Diniz.

A pesquisa analisou os títulos mais aceitos pelas escolas do governo federal, segundo informações do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação. A imagem de Jesus Cristo aparece 80 vezes mais do que a de uma liderança indígena no campo religioso – limitada a uma referência anônima e sem biografia -, 12 vezes mais que o líder budista Dalai Lama e ainda conta com um espaço 20 vezes maior que Lutero, referência intelectual para o Protestantismo (Calvino nem mesmo é citado).

O estudo aponta que a discriminação também faz parte da tarefa. Principalmente contra homossexuais. “Desvio moral”, “doença física ou psicológica”, “conflitos profundos” e “o homossexualismo não se revela natural” são algumas das expressões usadas para se referir aos homens e mulheres que se relacionam com pessoas do mesmo sexo. Um exercício com a bandeira das cores do arco-íris acaba com a seguinte questão: “Se isso (o homossexualismo) se tornasse regra, como a humanidade iria se perpetuar?”.

A pesquisadora Débora Diniz alerta que o estímulo ao preconceito chega ao ponto de associar uma pessoa sem religião ao nazismo – ideologia alemã que tinha como preceitos o racismo e o anti-semitismo, na primeira metade do século XX. “É sugerida uma associação de que um ateu tenderia a ter comportamentos violentos e ameaçadores”, observa. “Os livros usam de generalizações para levar a desinformação e pregar o cristianismo”, completa a especialista, uma das três autoras da pesquisa.

LEI - Os números contrastam com a previsão da Lei de Diretrizes e Base da Educação de garantir a justiça religiosa e a liberdade de crença. De número 9475, e em vigor desde 1997, a lei regulamenta o ensino de religião nas escolas brasileiras. “Há uma clara confusão entre o ensino religioso e a educação cristã”, afirma Débora Diniz. A antropóloga reforça a imposição do catecismo. “Cristãos tiveram 609 citações nos livros, enquanto religiões afro-brasilieras, tratadas como ‘tradições’, aparecem em apenas 30 momentos”, comenta a especialista.

O estudo, realizado entre março e julho de 2009, ainda revela a tênue fronteira entre as editoras responsáveis pelas publicações e a pregação religiosa. A editora FTD, por exemplo, pertence aos irmãos Maristas, sociedade religiosa nascida em 1817, na França. O interesse comercial com o material escolar surge representado pelas editoras Ártica e Scipione, que formam a Abril de Educação, líder no mercado de livros didáticos no setor privado. “É esse contexto nebuloso de relações e interesses que envolve a pesquisa” diz Débora.

Ainda foram analisadas as editoras Saraiva, Moderna e Dimensão e as religiosas Vozes, Paulus Paulinas, Vida e Edições Loyola.

SEM REGULAMENTAÇÃO

Para a psicóloga e uma das autoras do livro, Tatiana Lionço, os problemas do ensino religioso no Brasil vem da falta de regulação por parte do Estado. Ela explica que, antes de ir parar nas mochilas de crianças e jovens, todo material didático passa por uma avaliação de uma banca de profissionais do Programa Nacional do Livro Didático, vinculado ao Ministério da Educação. Todos, menos os de Religião. “Não há qualquer tipo de controle. O resultado é a má formação dos alunos”, comenta a professora.

A especialista ainda questiona o modelo de ensino religioso nas escolas do país com base no princípio constitucional de que o Estado deveria ser laico (neutro em relação às religiões). “Se o Estado deveria ser laico, por que ensinar religião nas escolas?”, provoca. “Se a religião for tratada na sala de aula, tem de ser de forma responsável e diversificada”, acrescenta a psicóloga. As 112 páginas da publicação, lançada pelas editoras UnB e Letras Livres, ainda conta com a contribuição da assistente social Vanessa Carrião, do instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero.

Nota pública da ABGLT – adoção por casais homoafetivos e homossexuais

NOTA PÚBLICA

PROJETOS DE LEI NA CÂMARA DOS DEPUTADOS QUE VISAM À PROIBIÇÃO DE ADOÇÃO POR CASAIS HOMOAFETIVOS OU POR HOMOSSEXUAIS

A ABGLT – Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – cumprindo seu relevante papel social de defender a Dignidade e a Cidadania de pessoas LGBTs, representadas nas 237 associações civis, componentes da estrutura de representação desta Entidade Nacional, vem a público manifestar o seu REPÚDIO à proposta legislativa de numero 7018/2010 de autoria do deputado federal Zequinha Marinho.

O I. Deputado referido lança no Projeto de Lei, citado acima, a indigna e afrontosa ideia de obstaculizar, através de instrumento legal, adoção de crianças postulada por pessoas em convivência homoafetiva estável.

Justifica esta sua iniciativa legislativa em decorrência de várias decisões judiciais, que tutelando interesses de crianças, vêm deferindo a adoção postulada em processos por parceiros(as) homoafetivos(as).

Elenca o Deputado autor a possível correspondência legislativa de sua ação parlamentar com legislação próxima na Ucrânia.

Ignorando o disposto sobre o tema adoção em países que possuem legislações e/ou instrumentos legais, no sentido diametralmente inverso, ou seja, permitindo a adoção por parceiros(as) homoafetivos(as).

Esta iniciativa parlamentar violenta não apenas o Direito de pessoas LGBTs, atingindo também a possibilidade de crianças, em situação de abandono, terem um Lar para chamar de seu, podendo dispor de pessoas que as venham assistir e cuidar.

A afronta à dignidade e cidadania de pessoas LGBTs e, das crianças abandonadas à sua própria sorte, é enorme e desproporcional.

O preconceito demonstrado na “justificação” do referido Projeto, comprova que a discriminação gerada pela homofobia pode não só violentar fisicamente as pessoas; como pode impedir uma construção positiva de nossa Sociedade.

Esta atitude, que é um ataque frontal a decisões do Poder Judiciário, tencionando exterminar tutelas seletivamente concedidas, afeta a construção da Cidadania de outras pessoas; obstaculizando a criação de lares para crianças abandonadas em nosso País.

A grave situação de abandono de crianças sem lares para viver em nosso País, não pode ser legalmente agravada, pelo preconceito e discriminação de pessoas que imbuídas de sentimentos homofóbicos, posicionam-se no sentido contrário aos interesses de pequenos futuros Cidadãos de nosso País.

A proposta atenta contra a Dignidade Humana e contra a Cidadania das populações a serem atingidas pelo seu conteúdo, baseado no mais puro e obtuso preconceito.

Estendemos nosso repudio também ao PL 4508/2008 (Dep. Olavo Calheiros), por ter o mesmo conteúdo, preconceituoso e discriminador, ao tratar do tema adoção.

Neste sentido pedimos aos que defendem a Dignidade Humana e a construção de uma Sociedade Justa, Fraterna e Plural, que rejeitem as referidas Propostas Legislativas, pois lastreadas no preconceito, que a tudo aniquila, geram discriminação afrontosa.  

12 de abril de 2010.

ABGLT – Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais

NOTA PÚBLICA

PROJETOS DE LEI NA CÂMARA DOS DEPUTADOS QUE VISAM À PROIBIÇÃO DE ADOÇÃO POR CASAIS HOMOAFETIVOS OU POR HOMOSSEXUAIS

A ABGLT – Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – cumprindo seu relevante papel social de defender a Dignidade e a Cidadania de pessoas LGBTs, representadas nas 237 associações civis, componentes da estrutura de representação desta Entidade Nacional, vem a público manifestar o seu REPÚDIO à proposta legislativa de numero 7018/2010 de autoria do deputado federal Zequinha Marinho.

O I. Deputado referido lança no Projeto de Lei, citado acima, a indigna e afrontosa ideia de obstaculizar, através de instrumento legal, adoção de crianças postulada por pessoas em convivência homoafetiva estável.

Justifica esta sua iniciativa legislativa em decorrência de várias decisões judiciais, que tutelando interesses de crianças, vêm deferindo a adoção postulada em processos por parceiros(as) homoafetivos(as).

Elenca o Deputado autor a possível correspondência legislativa de sua ação parlamentar com legislação próxima na Ucrânia.

Ignorando o disposto sobre o tema adoção em países que possuem legislações e/ou instrumentos legais, no sentido diametralmente inverso, ou seja, permitindo a adoção por parceiros(as) homoafetivos(as).

Esta iniciativa parlamentar violenta não apenas o Direito de pessoas LGBTs, atingindo também a possibilidade de crianças, em situação de abandono, terem um Lar para chamar de seu, podendo dispor de pessoas que as venham assistir e cuidar.

A afronta à dignidade e cidadania de pessoas LGBTs e, das crianças abandonadas à sua própria sorte, é enorme e desproporcional.

O preconceito demonstrado na “justificação” do referido Projeto, comprova que a discriminação gerada pela homofobia pode não só violentar fisicamente as pessoas; como pode impedir uma construção positiva de nossa Sociedade.

Esta atitude, que é um ataque frontal a decisões do Poder Judiciário, tencionando exterminar tutelas seletivamente concedidas, afeta a construção da Cidadania de outras pessoas; obstaculizando a criação de lares para crianças abandonadas em nosso País.

A grave situação de abandono de crianças sem lares para viver em nosso País, não pode ser legalmente agravada, pelo preconceito e discriminação de pessoas que imbuídas de sentimentos homofóbicos, posicionam-se no sentido contrário aos interesses de pequenos futuros Cidadãos de nosso País.

A proposta atenta contra a Dignidade Humana e contra a Cidadania das populações a serem atingidas pelo seu conteúdo, baseado no mais puro e obtuso preconceito.

Estendemos nosso repudio também ao PL 4508/2008 (Dep. Olavo Calheiros), por ter o mesmo conteúdo, preconceituoso e discriminador, ao tratar do tema adoção.

Neste sentido pedimos aos que defendem a Dignidade Humana e a construção de uma Sociedade Justa, Fraterna e Plural, que rejeitem as referidas Propostas Legislativas, pois lastreadas no preconceito, que a tudo aniquila, geram discriminação afrontosa.

12 de abril de 2010

ABGLT – Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais

Em meio a escândalo sexual, Vaticano culpa a homossexualidade

Tsc, tsc, tsc… como disse Érika Pretes, que compartilhou a notícia conosco via lista de discussão, Daqui a pouco vão colocar (de novo, pq com a sodomia era assim) na nossa conta as chuvas do Rio de Janeiro e o homicídio da Nardoni”. E num é?

Cabe comentar que, além do absurdo da (des)informação, do preconceito e da hipocrisia neste imbroglio todo, vários meios de comunicação (dentre eles G1 e Folha de São Paulo) utilizaram o termo “homossexualismo“, totalmente errôneo em se tratando de orientação sexual.

Bom, o link original é do site Dolado:


Cardeal recorreu ao velho estigma da pedofilia associada aos homossexuais.

Igreja Católica enfrenta um enorme escândalo sexual com notícias que estampam os jornais diariamente envolvendo membros de igrejas na EuropaEstados Unidos em casos de abuso sexual e pedofilia.

Para despistar a atenção, o Vaticano decidiu mudar o foco e culpar os homossexuais.

Nesta segunda-feira, dia 12, o Secretário do Estado do Vaticano, cardeal Tarcisio Bertone, afirmou que os casos de pedofilia não tem relação alguma com o celibato, mas está diretamente associados àhomossexualidade.

Diversos psicólogos e psiquiatras já declararam que não há relação entre o celibato e a pedofilia, enquanto muitos outros disseram, pelo que fui recentemente informado, que há a relação entre pedofilia e homossexualismo (sic). Essa patologia toca todas as categorias da atividade humana, e os padres em uma proporção menor. O comportamento desses padres, nesses casos, é muito sério, é escandaloso,” revelou o cardeal em entrevista coletiva.

Essa não é a primeira vez que culpam os homossexuaispor todo o escândalo recente na Igreja Católica. Na última semana dois cardeais também se manifestaram sobre o assunto e não poderiam deixar de alfinetar os gays ao afirmar que o Papa Bento XVI está sendo vítima de uma campanha de ódio por defender a instituição familiar contra às questões LGBT.

O Papa defende a vida e a família baseadas no casamento entre um homem e uma mulher, em um mundo onde há pressão de outros grupos para impor um estilo de vida diferente,” afirmou o cardeal espanhol Julian Herranz na Rádio do Vaticano.

Seguindo a mesma linha, o cardeal Angelo Sodano se pronunciou na publicação oficial da Santa Fé, o periódico L’Osservatore Romana.

O Papa representa os valores morais que não são aceitos, e por isso, as falhas e problemas dos sacerdotes são usados como armas contra a igreja.”

Ao contrário do que o Vaticano defende, um estudo realizado em 2002 pela Conferência Nacional dos Bispos Católicos dos Estados Unidos aponta alguns padrões nos casos de abuso sexual e pedofilia envolvendo membros religiosos. Confira alguns dos dados:

Clichês: A maioria dos adultos envolvidos em casos de abusos sexuais afirma que foram vítimas do mesmo problema quando crianças.

O Sacerdócio: Como grande parte das vítimas espera anos para denunciar, a maioria do clero acusado já está morta ou não pertence mais ao Sacerdócio. Cerca de 4% do clero que trabalhou nos Estados Unidos desde 1950 já foram acusados por abuso sexual infantil.

As Vítimas: A esmagadora maioria das vítimas é formada por adolescentes. Isso indica que a minoria dos acusados eram pedófilos, já que é um termo psicológico para se referir àqueles que sentem atração por pré-adolescentes. O conhecimento da diferença do significado do termo psicológico é importante para evitar futuros abusos sexuais.

Homossexualidade: Mesmo 80% das vítimas sendo meninos, diversos pesquisadores apontam que os abusos não tem nada a ver com a sexualidade. Os padres tem fácil acesso aos garotos, o que sinaliza o alto índice de garotos como vítimas de abuso sexual.

“Educação Gay – é uma escolha?”

Este vídeo de animação está no YouTube e já foi até enviado para a lista de discussão do Gudds!. Agora resolvemos trazê-lo para debate aqui e queremos sua opinião: o que você achou? É válido? Ele esclarece ou confunde?

Assista:

Projeto proíbe adoção de crianças por casais do mesmo sexo

Essa é boa… o pior é que um projeto desses recebe apoio de todos os lados e costuma passar fácil pelos parlamentares. =(

(Fonte: Agência Câmara)

A Câmara analisa o Projeto de Lei nº 7.018/10, que proíbe a adoção de crianças e adolescentes por casais do mesmo sexo (homoafetivos). A proposta, do Deputado Zequinha Marinho (PSC-PA), altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA – Lei nº 8.069/90).

Atualmente, para o caso de adoção conjunta (feita por casais), o estatuto exige que os adotantes sejam casados civilmente ou mantenham união estável, comprovada a estabilidade da família. O texto proposto pelo autor acrescenta a esses requisitos a vedação explícita de os casais serem constituídos por pessoas do mesmo sexo.
 
Na opinião de Marinho, a adoção por casais homossexuais expõe a criança a sérios constrangimentos. “O filho terá grandes dificuldades em explicar aos seus amigos e colegas de escola por que tem dois pais ou duas mães”, exemplifica. O parlamentar sustenta ainda que a instituição familiar é constituída obrigatoriamente a partir da união de um homem e uma mulher.
 
Justiça admite
Diante da inexistência de proibição na legislação em vigor, a Justiça brasileira tem admitido a adoção de crianças e adolescentes por casais homoafetivos. Um exemplo disso ocorreu em janeiro de 2009, quando o Juiz da Vara da Infância e da Juventude de Ribeirão Preto (SP), Paulo Cesar Gentile, concedeu a guarda definitiva de quatro irmãos ao casal de cabeleireiros João Amâncio e Edson Torres. Eles já tinham, desde dezembro de 2006, a guarda provisória das crianças, de 12, 10, 8 e 6 anos.
 
Tramitação
O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas Comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição, Justiça e Cidadania.