Fórum Social Temático 2012: militância LGBT, presente!

O Fórum Social Temático 2012 foi realizado em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, entre os dias 24 e 29 de janeiro. Na marcha de abertura, uma grande diversidade de pessoas, ideias e ideiais – e, como não podia deixar de ser, a bandeira do arco-íris também passou por lá.

Veja abaixo algumas fotos de quem passou por lá e também registrou a presença da bandeira das mulheres e das travestis e transexuais, durante a concentração para a marcha (créditos de Janaina Rochido):

É hoje! “Dia da Visibilidade de Travestis e Transexuais em Belo Horizonte”

Nesta segunda, a partir das 18h, BH vai sediar um evento para marcar o Dia da Visibilidade de Travestis e Transexuais, uma data nacional instituída pelo Congresso Nacional em 2004.

A programação será toda realizada no Centro Cultural da UFMG, no centro da capital mineira e é aberta e gratuita. Vai lá! Confira abaixo mais informações e quem vem para os debates:

Instituído em 2004 pelo Congresso Nacional através do Ministério da Saúde, o “Dia da Visibilidade Trans” tem como objetivo ressaltar a importância da diversidade e do respeito, principalmente para o Movimento Trans, representado por travestis, transexuais e transgêneros. É nesse dia que ONGs de todo o Brasil preparam eventos visando combater a discriminação, além de promover ações culturais e de saúde.

O “Dia da Visibilidade Trans” proporcionou que a “Articulação Nacional de Travestis, Transexuais e Transgêneros” (ANTRA) e a “Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais” (ABGLT) lançassem campanhas com o objetivo de atingir as escolas públicas brasileiras, promovendo assim o respeito à identidade de gênero.
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Em 2012 o evento será organizado no dia 30 de Janeiro, em Belo Horizonte, no Centro Cultural da UFMG. Confira abaixo a programação completa:
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DATA: 30 de Janeiro de 2012
HORÁRIO: 18h00 às 22h30
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PROGRAMAÇÃO:
18h – 18h30:
Recepção do público e dos convidados com exibição de fotos e vídeos das duas últimas comemorações do “Dia da Visibilidade TRANS” e dos ENTLAIDS.
18h30 – 19h  –   Mesa de Abertura:
- Núcleo Direitos Humanos e Cidadania LGBT da UFMG:
          Marco Aurélio M. Prado
- Conselho Nacional LGBT:
           Keila Simpson
- Cellos Trans:
           Anyky Lima
- Conselho de Desenvolvimento Social – CODS
- Pro-Reitoria de Graduação – UFMG
- Coordenação Municipal DST/AIDS
- NAC – LGBT:
           Helen
- Secretária Municipal Adjunta de Direitos de Cidadania LGBT:
           José Wilson
- Coordenação Nacional de DST-AIDS Do Ministério da Saúde
           Eduardo Barbosa
19h – 19h30:
Homenagem à Tomba-Homem
Homenagem à Priscila
Atividade Cultural
19h30 – 21h    –    Mesa de Debate:
Mediador: Liliane Anderson – Nuh/UFMG
- Articulação de Homens trans de Recife:
           Leonardo Tenório
- Assistente Social – CR LGBT/SP:
           Thaís Souza
- ANTRA – ASTRA/SE:
           Tatiana Araujo
21h – 21h30   –   Finalização:
Coffee Break
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Maiores informações: NUH – UFMG: (31) 3409-6287 (tratar com Lili, Rafaela ou Thalles)

Deu no jornal: “Abordagem homossexual de peças divide opiniões”

Vocês viram? Pesquisa do Igor Leal, integrante do Gudds!, foi tema de reportagem no Jornal O Tempo do último sábado, 14 de janeiro, sob a batuta da repórter Júlia Guimarães. Confira!

Cena do espetáculo "O Nome dela É Valdemar", que foi analisado na pesquisa "O Riso e a (in)Visibilidade" (foto: reprodução de O Tempo)

Entre as comédias em cartaz na Campanha de Popularização do Teatro e da Dança, um elemento é recorrente: muitos são os espetáculos a abordarem o riso a partir da representação do homossexual. Os contornos dessa representação, porém, costumam gerar opiniões e análises distintas.

Se, por um lado, há quem veja a construção de uma identidade estereotipada e limitadora do gay nas montagens, por outro existe também a defesa de que tal visibilidade ajudaria a reduzir preconceitos.

Recentemente, o assunto foi tema de uma pesquisa realizada pelo Grupo Universitário em Defesa da Diversidade Sexual (Gudds), intitulada “O Riso e a (in)Visibilidade”, que analisou a temática homoerótica nos espetáculos da 36ª Campanha, realizada em 2009. A pesquisa selecionou peças cuja sinopse evidenciasse a abordagem do tema, somando 11 espetáculos.

A primeira constatação foi de que apenas uma das montagens não estava circunscrita no campo da comédia. O riso foi então um dos princípios da análise, identificado como elemento regulador do convívio social. “Usamos a definição do riso de Bergson, como algo que reprime as excentricidades. Mas não realizamos uma pesquisa de recepção para entender do que exatamente as pessoas riem. Também percebemos que, nas encenações, o importante era a performance do ator pautada pelo estereótipo, mais do que a trama”, diz Igor Leal, ator e integrante da pesquisa.

O estudo também constatou que as peças utilizam referências disseminadas socialmente. “Elas constroem a homossexualidade com os mesmos parâmetros do senso comum, por isso funcionam tanto”, diz Leal.

Para Luiz Fernando Duarte, que produz duas peças de temática gay nesta Campanha (“O Nome dela É Valdemar” e “Uma Empregada Quase Perfeita”), a intenção de suas comédias é rir de situações presentes no cotidiano de um homossexual.

“A gente recebe muita crítica por acharem que o gay é alvo de riso, mas nossa intenção é apenas a de narrar situações engraçadas”, defende. “Não acho que os personagens sejam estereótipos pois existem vários tipos de gays retratados nas peças. A gente busca passar o que é real”.

A pesquisa conclui, porém, que as comédias abordadas não podem ser encaixadas no conceito de homoerotismo, por adotar uma perspectiva limitadora sobre as relações homossexuais. “Elas não problematizam nem levantam as diferentes possibilidades afetivas de relacionamento gay”, aponta Igor Leal.

Veja outras peças com temática homossexual em cartaz na Campanha de Popularização do Teatro deste ano (reprodução O Tempo)

Você viu? Oito propostas tentam proibir união estável gay

De autoria de Débora Santos, retirado do portal G1 – o original você lê aqui.

No Congresso, oito propostas tentam proibir união estável entre gays

Dados fazem parte de estudo encomendado pelo Ministério da Justiça. Para deputado, país não quer reconhecer homossexualidade como família.

O Congresso Nacional registrou, de 1969 até o mês de novembro deste ano, 97 propostas relacionadas aos direitos de homossexuais, segundo mostram dados de um estudo feito pelo Núcleo de Pesquisas de Gênero da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O levantamento foi encomendado pelo Ministério da Justiça.

Das 97 propostas, oito estão em andamento e visam proibir a união entre pessoas do mesmo sexo. Em maio deste ano, por falta de uma lei sobre o tema, o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a união estável entre homossexuais. Continue lendo

Convite: 1° Fórum LGBT – Regional Norte

Participem!

1.º FÓRUM LGBT DA REGIONAL NORTE – BH

Diversidade Sexual e Direitos Humanos LGBT: Construindo a Democracia

Data: 20/12/2011 – Terça-feira
Horário: 19 as 21 h
Local: Auditório da Regional Norte
Endereço: Rua Pastor Murylo Cassete, 85, Bairro São Bernardo – Belo Horizonte
Referência: próximo à Estação de Metrô Waldomiro Lobo
Ônibus: 60, 62, 5513, 5517, 70 (suplementar), 55 (suplementar) ou qualquer outro que passe na Av. Cristiano Machado com Av. Waldomiro Lobo.

Teste

Testando postagens pelo iPhone GUDDS

“Lembrar para não repetir”

“A nossa luta é todo dia, contra o racismo, o machismo e a homofobia”

Lembrar para não repetir. Anteontem, dia 29 de novembro, em frente à Reitoria da UFMG, estudantes de Psicologia da universidade, com o apoio do GUDDS! e do NUH – Núcleos de Direitos Humanos e Cidadania LGBT da UFMG, realizaram, no início da tarde, um ato em memória de vítimas de homofobia. Continue lendo