Arquivo da categoria: cultura

“Contracorrente” e “Aquarela – as cores de uma paixão” são boas opções em cinema para o fim de semana

Dois filmes com temática LGBT – um estreante nos cinemas de BH e outro que foi apresentado em uma sessão especial no Usiminas Belas Artes – são uma boa opção para quem pretende pegar um cinema no final de semana. Veja abaixo um pouco sobre cada um e escolha o seu!

Contracorrente

Este é o longa de estréia do diretor peruano Javier Fuentes-León. O filme foi vencedor do prêmio na escolha do público no Festival de Sundance, e também levou prêmios no Festival de San Sebastian e de Melhor Filme do Festival Mix Brasil de 2010. Miguel (Cristian Mercado) é um jovem pescador de uma pequena vila litorânea no Perú. Casado com Mariela (Tatiana Astengo), esperam seu primeiro filho juntos, porém, além de sua vida de casado, Miguel mantém um caso com um outro homem, Santiago (Manolo Cardona), e convive diariamente com os conflitos de sua vida dupla e homossexualidade até então não assumida. O filme foi classificado pelo caderno Divirta-se, do Jornal Estado de Minas, com quatro estrelas e o jornalista Marcello Castilho Avellar descreveu sua questão central como “um jogo entre desejo e vergonha, direito e opinião pública, verdade e versão”.

Aquarela – as cores de uma paixão

O tímido Daniel Wheeler (Tye Olson) é amigo de Carter Melman, campeão de natação e garoto de ouro da escola. Danny ajuda o irrequieto Carter nos estudos, enquanto este auxilia Danny a sair de sua concha, despertando nele tanto a paixão pela arte quanto a própria sexualidade. O filme conta, por meio de flashbacks, o amor entre Daniel e Carter, quando o primeiro, já adulto, está na vernissage de seus trabalhos como artista e relembra como a depressão conduziu Carter ao suicídio. Aquarela (Watercolors, em inglês), que tem roteiro e direção de David Oliveras, vem sendo premiado em em alguns importantes festivais de cinema com temática LGBT, como o L.A. Outfest e o festival de Tampa.

Carnaval em BH? ‘Bora curtir a Ala Arco-Iris!

Tá chegando a hora!

É domingo, 27/02/2011, às 16h, a volta do carnaval popular da capital mineira.

O Bloco da Cidade, uma iniciativa da Escola de Samba Cidade Jardim, vai desfilar na nossa Sapucaí, que fica atrás da Estação Central do Metrô. E para abrilhantar mais, a ALA “ARCO-IRIS”, organizada pelo CELLOS-MG, estará presente com toda sua irreverência e simpatia.

Quem esteve nos ensaios, pode conferir: só alegria, colorido e muita pinta!

Venha se divertir com a gente!

Para que a ALA do ARCO-IRIS fique bem mais bonita, teremos Kits:

Kit 1- Camisa da ALA, bandeirinha do arco-íris, peruca do arco-íris, colar
R$ 25,00

Kit 2- Camisa da ALA, bandeirinha do arco-íris, óculos, colar

R$ 10, 00

Kit 3- Camisa, colar e bandeirinha do arco-íris

R$ 5,00

Reserve seu kit, entrega no dia 26/02/2011, das 14 às 16h, na sede do CELLOS-MG: Avenida Afonso Pena, 867, Ed. Acaiaca, Centro, Sala 2207 [mapa]

E-mail: cellosmg@yahoo.com.br

Born This Way Brazil: mostre ao mundo quem você é!

Olha que legal isso! Compartilhado pelo Thiago Coacci via lista de discussão – faça o mesmo, participe e compartilhe também! =D

Born This Way Brazil

Inspirado pelo título do novo album da Lady Gaga e por um site gringo que faz o que a gente vai fazer (Born This Way – Blog USA – http://www.BornThisWayBlog.com). Um site pra você, que nasceu “diferente” e quer mostrar isso pro mundo.

Como você bem sabe, a homofobia ainda é descarada e aplaudida no Brasil, um país visto mundo afora como liberal e que é grande alvo do turismo gay. E é aqui nesse país que, na mesma avenida lar da maior Parada do Orgulho Gay do mundo, meninos e meninas são agredidos gratuitamente por serem (supostamente) homossexuais. É o país onde uma transexual posa nua para uma revista que, em tantas outras edições, publicou diversas piadas que ferem o orgulho gay. Um país de uma população com mais de 10% de homossexuais, que elege um homofóbico declarado como seu predileto no programa de tv de maior audiência de sua maior emissora. Todos os brasileiros heterossexuais homens assumem fantasiar com a possibilidade de dormir com duas mulheres simultaneamente, mas ai do casal lésbico que atravessar a rua de mãos dadas do seu lado.
É. Esse é um daqueles países onde certas religiões se esgueiram entre leis folgadas para se intrometer em assuntos de um Estado Laico, disseminando entre seus fiéis um ódio que, na verdade, se opõe a tudo o que dizem pregar. Para eles, não há hierarquia da gravidade de um pecado e, no entanto, parecem repudiar aos gays muito mais do que as pessoas que fazem sexo antes do casamento. E, assim, tomando por pessoal causas sobre as quais nada entendem, derrubam – com a ajuda de uma parcela desinformada e preconceituosa de povo – projetos de lei como o PLC n° 122/2006, que criminaliza o discurso homofóbico e atos movidos por preconceito sexual. Um projeto que foi largamente aprovado pelos internautas numa consulta feita no site do senado no ano passado. Mesmo que os “do contra” tenham virado a enquete nos 45 minutos do segundo tempo, metade da população ainda sentia uma necessidade de proteger os gays contra os absurdos que acontecem todos os dias. 10% da população é deficiente física e estamos reconstruindo nossas cidades com rampas e pisos texturizados para eles. E para os 10% de gays e 50% de favoráveis? Nada?
Somos parte de uma sociedade moderna, num país que já conseguiu deixar muitos preconceitos de lado para, dentre outras coisas, eleger uma mulher como líder suprema da nação. O Brasil agora carrega a alcunha de “país do futuro”, isso se divulga o tempo todo. Mas o que ninguém parece perceber é que temos o poder de concretizar esse futuro em menos tempo, gastando nossa energia e dedicando nossos corações ao singelo objetivo de sermos felizes e fazermos os outros felizes, ao invés de interromper o progresso intelectual (e, consequentemente financeiro) do Brasil lutando por causas saturadas de preconceito e ódio, que nem sequer sabemos porque defendemos tão arduamente.

Apesar de não sermos exatamente militantes, temos de admitir que um dos motivadores para fazer esse blog (além da diversão) é mostrar que os gays estão aqui e que muitos deles dão a cara a tapa todos os dias, matando verdadeiras feras e enfrentando a adversidade para serem quem são. Quando você tem a força de levar a vida como deseja, força a sociedade a se acostumar a diversidade, o “diferente”. Pessoas assim, não apenas conseguem viver de forma mais plena a própria vida, mas também ajudam a abrir caminho para todos os outros que sonham um dia ter a mesma coragem de gritar pro mundo: “Eu nasci assim.”

O blog funciona de um jeito muito simples, com a participação dos leitores, enviando sua foto e sua mini bio. Quer participar? Nós mostramos como!

COMO PARTICIPAR:
Envie para o e-mail bornbrazil@gmail.com (com Z mesmo!) o seguinte material:

-> Nome, Cidade, ano de nascimento e data da foto enviada (ano). (Opcional: ocupação)
-> Foto sua de quando era pequeno, mostrando que você nasceu diferente.
-> Um texto (não imenso) biográfico, engraçado ou não, sobre a foto ou sobre como você cresceu sendo quem é… mas, principalmente, sobre como você já demonstrava ser quem é quando criança.
-> OPCIONAL – Uma foto atual sua
-> Endereço de twitter, facebook ou e-mail para publicação.
-> OPCIONAL - Um texto sobre como você saiu do armário, se quiser.
-> Dizer quem foi seu muso/musa/primeira paixãozinha da infância (do mesmo sexo).

Em primeira instância, o blog vai publicar as histórias de gays, lésbicas, bissexuais, assexuados e etc. Mas podemos aceitar outros casos se o material for interessante (punks, metaleiros, atrizes pornô, etc. YEAH!)

E é isso. Estamos esperando vocês participarem pra mostrar pro mundo que você é quem é. Ajudanóis, vai?

http://bornthiswaybrazil.blogspot.com/

Da Revista Fórum: Homofobia em preto e branco

Excelente reportagem dos jornalistas Glauco Faria e Thalita Pires, da Revista Fórum (edição 94). Leia aqui um trecho e veja a íntegra no próprio site da revista, falando sobre o papel da internet, da mídia e da religião no processo, além do que pode ser feito e da relação da homofobia com outros preconceitos. Vai lá!

Homofobia em preto e branco

Episódios de violência contra homossexuais trazem à tona a discussão sobre  direitos negados e preconceitos, que são encarados como corriqueiros pela sociedade 
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Por Glauco Faria e Thalita Pires

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No último 14 de novembro, quatro menores de idade e um jovem de 19 anos agrediram fisicamente, utilizando até lâmpadas fluorescentes, três pessoas que caminhavam na avenida Paulista, em São Paulo. No mesmo dia, um estudante foi xingado e baleado por um militar do Forte de Copacabana, no Rio de Janeiro, logo depois do fim da Parada Gay carioca. Ainda que as imagens da agressão paulistana tenham chocado, isso não evitou que, 20 dias depois, outros dois jovens fossem vítimas de nova agressão, na mesma avenida. E, no dia seguinte, que imagens de um circuito de segurança mostrassem outro caso na mesma região.

É provável que quando você estiver lendo esta matéria novos casos de violência homofóbica terão ocorrido. Casos notórios como os descritos acima trouxeram à tona a preocupação com a segurança e a proteção da vida de homossexuais no país, embora boa parte da sociedade ainda queira evitar a questão, banalizada e invisível durante a maior parte do tempo. Agressões que têm a orientação sexual como motivação são constantes no Brasil. Não existem dados oficiais a respeito, mas levantamento realizado pela Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais contabiliza 198 homicídios com motivações homofóbicas em 2009. Em 2010, esse número já chegaria a 205. Segundo o antropólogo Luiz Mott (Universidade Federal da Bahia/UFBA), até 15 de dezembro, o número atingia a marca de 235 mortes, o que colocaria o Brasil na primeira posição entre os países que realizam algum tipo de levantamento.

A evolução da violência é preocupante, e a subnotificação dos casos indica que esse índice pode ser muito maior. Nem sempre as vítimas denunciam os crimes dos quais são vítimas, muitas vezes pelo fato de os algozes serem pessoas conhecidas. “A maioria das vítimas tem algum tipo de relação ou vínculo com o agressor, sendo um familiar, amigo, vizinho ou colega de trabalho. E esse agressor tem uma nítida impressão de impunidade, mesmo sabendo que está cometendo um crime”, conta Franco Reinaudo, da Coordenadoria de Assuntos de Diversidade Sexual da prefeitura de São Paulo.

Reinaudo se refere ao Mapa da Homofobia, elaborado pela administração paulistana com base em um serviço de denúncias, que ajuda a traçar um mapa das agressões homofóbicas na cidade. Alguns dados merecem destaque e podem ter pontos em comum com outros municípios brasileiros. “Pode-se constatar a intolerância dentro do ambiente doméstico, já que 22% das agressões físicas acontecem dentro de casa. Quando a vítima nos procura por conta da homofobia familiar, é porque foram expulsos da residência em função de o pai ou a família descobrirem que são homossexuais”, relata. “Existem alguns casos emblemáticos, como o de um pai que martelou a mão do menino por conta da sua homossexualidade, e a comunidade ficou a favor disso. Outro caso foi de uma mãe que pediu para o companheiro dela estuprar a filha quando descobriu que era lésbica, para que ela `virasse mulher`.”

Conforme o mapa da homofobia paulistano, das mil denúncias de agressões, 50% aconteceram no centro expandido, que engloba a avenida Paulista. “A gente desconfiava que o centro ia aparecer por dois motivos: lá, é a área onde se tem o maior número de estabelecimentos da comunidade, e sabemos também que existe uma quantidade expressiva de homossexuais e travestis que moram nessa região”, explica Reinaudo. “Em geral, uma outra informação que chega no mapa é que essa violência, quando acontece em espaço público, é bastante covarde, porque os agressores estão em maior número ou pegam a pessoa de surpresa. É uma agressão gratuita, a pessoa não tem a chance de responder. Eles não atacam onde existe alta concentração, a agressão é feita no caminho em que as pessoas estão indo ou vindo da balada, são quase emboscadas  no entorno para pegar a pessoa desprevenida”.

Convite: “Piquenique pelo Mesmo Amor” acontecerá neste sábado, dia 12!

Pela primeira vez no Brasil, será celebrado neste verão o “Piquenique pelo Mesmo Amor”. A idéia é nos juntarmos e reunir famílias, casais, amigos, todo mundo, heterossexual, gay, lésbica, travesti, transexual. Todos levam algo para comer e para beber, e dividir com quem quiser.

Ouvir música, dançar, e até tocar ou cantar. Se alguém quiser levar um violão é bem vindo. Conhecer gente nova, histórias de vida. Mostrar ao mundo que todo  casal, familia, compartilha o MESMO AMOR, e que merece portanto os mesmos direitos, e o mesmo respeito!

É um evento de celebração do amor e a diversidade, uma reunião alegre e descontraída.  O pessoal do Gudds! e da AFGudds! estará lá em peso e você também é convidado! Não deixe de ir! Lá no Facebook também tem uma página divulgando o piquenique – comaprtilhe e convide seus amigos!

O Piquenique acontecerá simultaneamente com várias cidades da Argentina, com Bogotá (Colômbia), com Asunción (Paraguay), Los Angeles (EUA) e estamos esperando confirmação de outras cidades.

Levem suas toalhas, suas comidinhas, o pão de queijo, o cafezinho na garrafa, e também podem levar jogos, uma bola, e até boomerang!

Informações de Evento:Data: Sabado, 12 de fevereiro de 2011

Hora: 15 horas

Cidade: Belo Horizonte

Local de Evento: Parque Ecológico da Pampulha (Av. Otacílio Negrão de Lima, 7.111 – Pampulha) – mapa

A entrada é gratuita. O horário de funcionamento do parque é até 17h, então não se atrasem!

Veja o local exato do encontro, onde está marcado um “x”:

Convite: Dia Nacional da Visibilidade de Travestis e Transexuais

Vamos?

Dica de documentário: “House of Numbers”

A Mariana Septímio enviou essa dica por e-mail para a turma e a gente  compartilha aqui com vocês, porque vale a pena mesmo! Como ela diz em sua mensagem, o vídeo está em inglês e, infelizmente, sem legendas, mas ainda assim vale uma olhada. Ela ainda dá outras dicas – vejam só:

Olá a tod@s!
Estou fazendo um trabalho sobre HIV/AIDS e me deparei com um documentário muito interessante. Ele se chama “House of Numbers” e foi produzido em 2009.
Nele são apresentadas diversas controvérsias desde o surgimento da doença em 1981 até os dias atuais, questionando diversos dogmas construídos no decorrer dos anos, inclusive por cientistas renomados e ganhadores do premio Nobel.
Acabo de vê-lo e gostaria de compartilhar com vocês.
Com certeza faz com que a gente repense e coloque em debate nossas suposições “científicas” entremeadas pelo jogo político governamental, midiático e das indústrias farmacêuticas, além dos graves impactos causados pelos estigmas sobre diversas pessoas até continentes inteiros como a África e outros países com graves problemas de miséria, pobreza, saneamento e acesso à direitos.

http://www.houseofnumbers.com/site/video-clips

Infelizmente o site e o documentário de quase 60 min são em inglês e sem legendas.
De qualquer forma, sugiro que pesquisem, que se inquietem, questionem e busquem informações.

Aqui adiciono algumas entrevistas:

Entrevista dada pela Dra. Eleni Papadopoulos-Eleopoulos à Christine Johnson e editada pelo periódico Continuum n. 1, vol. 5, 1 997, de Londres:
A entrevista do cientista Peter Duesberg, realizada pela Revista Super Interessante:

5ª SEMANA DOS DIREITOS HUMANOS – IGUAIS NA DIFERENÇA

Começou na terça-feira (7), em Belo Horizonte, a 5ª Semana dos Direitos Humanos: Iguais na Diferença. O evento é realizado pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, pelo Governo do Estado de Minas Gerais e pela Prefeitura de Belo Horizonte. Serão promovidas mais de 40 atividades gratuitas em diferentes pontos da capital mineira e cidades da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH).

A semana tem como objetivo chamar o público para uma reflexão sobre o tema direitos humanos, reforçar a importância do exercício concreto e prático da cidadania, além de buscar a valorização das diferenças atrelada a conquista de direitos iguais a todos os segmentos da sociedade. O evento marca, também, o aniversário de 62 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, celebrado em 10 de dezembro.

O cantor Vander Lee foi responsável pela abertura do evento com show na Praça da Assembleia no dia 7, com presença de autoridades federais, estaduais e municipais.  Nos dias 8 e 9, mais de 40 atividades serão realizadas de forma simultânea, contemplando diferentes pontos da cidade, de maneira que  todos tenham a oportunidade de conhecer e participar das iniciativas.

Para a subsecretária de Direitos Humanos da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social, Maria Céres Pimenta, a 5ª Semana dos Direitos Humanos representa a oportunidade de levar à população o conhecimento e as orientações sobre o acesso aos serviços que assegurem o pleno exercício da cidadania. Além disso, a subsecretária destaca a iniciativa de expansão dessa temática. “A descentralização das atividades, iniciativa inédita, fortalece o caráter democrático e participativo da 5ª Semana dos Direitos Humanos e amplia o contingente daqueles que lutam pela efetivação do exercício dos direitos humanos”.

Temas como educação, liberdade, saúde mental, meio ambiente, infância, adolescência, defesa social, previdência e muitos outros serão tratados por vários órgãos e entidades que irão auxiliar no esclarecimento a população sobre as diversas temáticas relacionadas aos direitos humanos. O evento que já esteve em cidades como o evento que já esteve no Rio de Janeiro, Salvador, Brasília e Recife, chega à capital mineira.

Para o Prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda, receber a 5ª Semana dos Direitos Humanos representa mais uma oportunidade de todos reafirmarem o respeito à vida, à justiça social e à liberdade, engajados na batalha diária de construir uma sociedade mais igualitária. “Hoje, temos na cidade várias ações e programas da Prefeitura voltados para os segmentos que, ao longo da história, foram excluídos do processo de desenvolvimento, como os idosos, os deficientes físicos, as mulheres, os grupos LGBT, a população de rua, a comunidade negra, entre outros. Ao lançarmos o Planejamento Estratégico 2030, elegemos como um dos nossos projetos sustentadores a Cidade de Todos”.

“Para que possamos ter uma sociedade justa e igualitária, precisamos adotar políticas sociais de inclusão social, que envolvem, entre outras coisas, a qualificação profissional, a geração de renda, o incentivo a manifestações culturais e iniciativas voltadas ao lazer, esporte e entretenimento”, completa o prefeito que finaliza lembrando que a capital mineira foi a primeira cidade no país a criar a sua Coordenadoria de Direitos Humanos, em 1993.

Para o dia 10 de dezembro estão programadas várias atividades. O 17º Seminário de Direitos Humanos: Iguais na Diferença vai ser realizado a partir das 8h, no auditório da Prefeitura de Belo Horizonte (Av. Afonso Pena, nº 1.212. Centro). Na Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) está programada, para as 17h, a inauguração do Memorial em homenagem ao desaparecido político José Carlos Matta Machado (Av. João Pinheiro, 100, Centro). Já no Museu de Artes e Ofícios ocorrerá, às 19h30, a abertura da exposição fotográfica e o lançamento do livro Direitos Humanos – Imagens do Brasil, de Gilberto Maringoni, com edição e curadoria de Denise Carvalho. O evento terá a presença do ministro dos Direitos Humanos, Paulo Vannuchi (Praça da Estação, s/n, Centro).

Neste ano, a Feira Cultural dos Direitos Humanos será realizada no dia 11 de dezembro, de 9h às 17h, no Parque Municipal de BH. O evento vai contar com atividades artísticas e culturais, oficinas e diversos estandes temáticos e institucionais.

O encerramento acontecerá no dia 12 de dezembro, a partir das 17h30, com o show Direitos Humanos: Iguais na Diferença, em homenagem ao cantor Milton Nascimento. O espetáculo celebrará, também, o aniversário de Belo Horizonte que comemora 113 anos. Artistas como Fernanda Takai, Margareth Menezes, Antônio Nóbrega, Elba Ramalho, Elza Soares, entre outros, já estão confirmados para a ocasião.

5ª Semana dos Direitos Humanos: Iguais na Diferença
Data: 7 a 12 de dezembro de 2010
Local: Belo Horizonte (MG)
Atividades serão em diferentes pontos da cidade

Veja aqui a programação completa e mais informações sobre a Semana!

Fonte: Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República

Convite: Ciclo de Debates do Projeto Educação sem Homofobia

Esta edição acontecerá em Santa Luzia – participe!

Clique para ver maior

Participe e divulgue, o evento é aberto ao público!

I SEMANA DA DIVERSIDADE SEXUAL | UFJF e Seminário de encerramento do projeto EDUCAÇÃO SEM HOMOFOBIA